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Durante o 9º Congresso Brasileiro de Obesidade, que aconteceu entre 16 e 19 de agosto em Foz do Iguaçú, a Dra. Jucinéia de Oliveira (ao centro da mesa na foto ao lado), apresentou uma palestra sobre terapias não recomendadas para o tratamento da obesidade a partir de um levantamento de 13 mil
estudos / pesquisas publicados em revistas científicas sérias e respeitadas no mundo acadêmico. Abaixo apresentamos o resumo destes estudo e de sua aula: |

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L-CARNITINA
Estudo publicado no Int.J. Sport Nutr. Exerc. Metab. 2000 jun;10(2):199-207, revelou “ Não houve diferença estatisticamente significativa na massa corporal total ou massa gordurosa”.
CHITOSAN
A revista Obes Res, na sua edição de junho de 2001;(6):364-7, informa que: “Não houve excreção de gordura fecal com o uso de chitosan” (ou quitosana, como também é conhecida).
HORMÔNIOS TIREOIDIANOS
É indiscutível que doses supra-fisiológicas de HT fazem emagrecer. Ocasionam perda muscular e de cálcio ósseo, além de provocar sintomas de hiperteireoidismo. “Isso faz com que eventuais riscos superem em muito eventuais benefícios”; portanto, seu uso está contra-indicado.
GOMA GUAR – GLUCOMANAN
Estudo apresentado no Am J Méd 2001 jun 15;110(9):724-30, revela que o glucomanan “não é eficaz no emagrecimento e na manutenção do peso perdido”; no entanto, outro estudo publicado no Int J Obes Metab 2001 Mar;25(3):307-15, “conclui que o glucomanan leva à diminuição do desejo de comer”.
DHEA – DEIDROPIANDROSTERONA
Estudos em roedores revela a existência de benefícios; no entanto, em humanos “não apresenta ação no emagrecimento”.
ACUPUNTURA E AURICULOTERAPIA
“O número de estudos realizados é insuficiente para qualquer conclusão, além, de serem pobres, mal conduzidos, não controlados e apresentarem resultados contraditórios, acreditando-se ser seu potencial de uso no combate à obesidade muito baixo”.
CREMES PARA OBESIDADE E MESOTERAPIA
“Número de estudos conduzidos: insuficientes; qualidade destes estudos: pobre, não controlados; potencial de uso no tratamento para a obesidade: baixo”
DIURÉTICOS E LAXANTES
Não existem estudos bem conduzidos; portanto, o seu uso está contra-indicado.
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